Agosto 14, 2008

Unhas

Sei que metade de vocês podem me matar, mas eu não gosto e ponto. Eu tenho que deixar essa bendita e inútil parte do corpo crescer para poder ser reconhecida como uma boa garota quando pintá-las. Faz quase dez anos que fiz isso. É, exatamente aos 15 anos, para ser reconhecida como gente e não pensarem que saí do lixo. Taí que nunca fiz objeções a maquiagem, salto e afins, mas pense numa coisa que me incomoda.

Eu me sinto um X-Man. Eu me arranho, não consigo escrever, pouco digitar, fico toda suja. Boris gosta, mas ele não é gente, então não conta. Fica dolorido, eu não entendo porque eu tenho que fazer isso… Pagar por isso. Caraleo, toda vez que eu me olhar no espelho vou ver 20 armas de guerra espalhadas pelos meos dedos, só pra ficar bem na foto. Vão me furar, porque sempre fazem isso, não vão nem fazer meia massagem.Fora o nome que é feio pra burro. UNHA. Devia ser palavrão, seu Unha!

Eu queria ser um cachorro, porque eu ia poder conversar com Boris, ia ter as unhas pretas que nem as dele e ninguém ia ligar para a cor, e ainda ia ter utilidade em pelo menos 16 unhas. Sendo gente, é só manusear uma tesoura… Com unha não consigo fazer isso…

Ai Boris, vem cá vem..

Agosto 6, 2008

tudo azul

Caras e caros, como eu tô cansada. Tá certo que estou muito de férias de coisas oficiais. Mas meu organismo tá muito doido, tá começando a pedir para eu organizar esquemas de trabalho e estudos felizes. Devo começar amanhã. Novos projetos pela manhã, estudos e estudos à tarde, e postagens e mais postagens à noite (tenho outros blogs secretos). Ainda tem a pentelhação da formatura, que tá ficando chuchu beleza. Mas falta beeeem pouquinho.

Espero funcionar assim, vai ser bem mais legal. Mas pena que não vai ter caputino, este puto viciante, logo cedo.

Acordei praticamente às duas da tarde e tô quebrada aqui. Porém, todavia, entretanto, as coisas começam a mudar e o coração transbordar de esperança e felicidade. E a primavera vem chegando.

Agosto 3, 2008

Padre Voador

Como assim, enterram meio padre Ade-lir?

Hã?

Julho 30, 2008

Amigos de infância

Daí que ontem fiquei nerdando até tarde. Lu, minha grandessíssima amiga de infância estava online. A gente teve sempre uma ligação além material, sei lá, meio que sabe como que o outro está, só por saber mesmo, mesmo a gente não se vendo há uns anos… E aí Lu? Tranqüilo? Oiiiiiiiiiiiiii!!! Tenho uma notícia pra tu… Párem e pensem. Quando alguém diz que tem uma notícia pra dar, qual a primeira coisa que você pensa? É. Fui pensando em qual dos nossos amigos foram vitimados pela violência urbana… Mas aí ela chega e péi: Vou ser mamãe!!! Lu, como assim, Lu? Nós ainda somos amigas de infância, lembra? Infância igual a crianças, crianças não podem ter filhos, ãh-ãh? Tipo, tas tipo assim, grávida mesmo, uma criatura dentro de tu? Luuuuu!!! [ ... ] É porra! TU vai ser T-I-T-I-A…

Lu me disse que nisso se resumia a notícia. Tava enjoando, dores de cabeça, moleza… Daí que eu também comecei a enjoar… Ter todos os sintomas dela… Como assim, minha amiga de infância buchuda? Mainha ficou em choque. Painho, na verdade, ainda não sabe, mas vai comemorar uns três dias seguidos. Meus irmãos tão querendo ver o bucho crescer… Meu namorado ta doidinho… Minha sogra enlouqueceu… Aquela palavra ficou pairando na minha cabeça… T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A T-I-T-I-A…

E tu, porra, e aí?? Eu? A ficha ainda ta caindo. Mas eu to achando mágico, lindo… Parece um milagre ao som de Air.

Daí que a gente ficou conversando sobre o bebê. Sobre colocá-lo no Conservatório de Música assim que ele nascer.

Lu, tu me liga se precisar viu, nega? Meu número ainda é o mesmo. Pois não é que tínhamos nossos telefones decorados ainda? Coisas de piscianas sentimentais. É muito louco. Tô me sentindo um canguru…

Ai, Lu, e eu to me sentindo super tia. Mas porra, nossos filhos não vão ser amigos de infância, COMO ASSIM, BIAL? Então, ta. Vou pensar nisso com carinho.

Há. É brincadeira.

Julho 29, 2008

Segunda-feira maldita

Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio. Tédio.